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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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PORTUGAL PRODUZIU 12.000 TONELADAS DE AQUACULTURA EM 2014

Mäyjo, 25.09.15

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O sector português de aquacultura produziu 12.000 toneladas em 2014, mas a maioria das explorações ainda são de pequena dimensão, semi-intensivas e com produtividades e rentabilidades de baixas.

Segundo Carlos Pinho, investigador e responsável pela área de Aquacultura do INESC TEC (INESC Tecnologia e Ciência), é preciso “continuar a criar confiança e promover a articulação entre os vários parceiros que estão direta e indiretamente ligados à aquacultura”, de forma aumentar a cadeia de produção de valor.

O responsável acredita que a aquacultura portuguesa pode atingir as 40.000 toneladas até 2020. Para tal, é necessário o envolvimento de todas as entidades presentes na cadeia produtiva.

“[É] fundamental desmistificar a realidade portuguesa com testemunhos de players nas várias áreas, criar confiança e fortalecer laços entre os empresários do setor e as entidades de I&D nacionais, fazendo-os olhar para o setor e para os seus desafios, ajudando-os a resolver os problemas e a aumentar a competitividade das empresas”, avança por sua vez Luísa Valente, investigadora do CIIMAR/ICBAS-UP.

Vejas as 10 maiores aquaculturas do mundo.

Estes desafios, além de alicerçados numa relação com o sistema científico e tecnológico nacional, devem ser acompanhados de formação profissional que leve ao desenvolvimento de novas competências, que sejam o suporte de novos equipamentos e metodologias de produção.

As estatísticas da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations) prevêem que, revelam que o consumo mundial de pescado proveniente de aquacultura continue a crescer 7% ao ano, de forma sustentável – neste sentido, a capacidade de gerir alguns dos riscos e de prever o crescimento sustentável é uma das vantagens deste sector.

Se, por um lado, a nível mundial a aquacultura já contribui com metade do pescado consumido per capita, na Europa ela contribui com cerca de 25%. Em Portugal, a aquacultura nacional contribui apenas com pouco mais de 1,5%, embora o consumo de produtos aquícolas ronde os 8% – cerca de 6,5% são importações de salmão, dourada, robalo e peixe-gato.

“No caso português, o sector da aquacultura tem um enorme potencial para crescer muito graças às condições naturais que o nosso país apresenta, nomeadamente: a qualidade da água, as zonas de produção em estuários, rias, rios e a costa sul do continente e ilhas, que oferecem as condições ideais para a produção de espécies autóctones e de elevado valor comercial”, revela Fernando Gonçalves, Secretário-geral da Associação Portuguesa de Aquacultores (APA).

18 florestas que parecem ter saído de um conto de fadas, mas são reais

Mäyjo, 25.09.15

Florestas e seus caminhos misteriosos têm sempre um grande charme e um grande mistério, principalmente porque sempre as associamos a filmes e contos fantásticos.

E essa beleza toda atrai muitos admiradores, visitantes, turistas e fotógrafos, alguns que até se especializam em registrar esses cenários mágicos.

Se um dia visitar algum desses países, garanta também uma visita a esses locais:

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Rila Mountains, na Bulgária, por Xiao Yang

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Moss Swamp na Roménia, por Adrian Borda

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Região de montanhas White Carpatians na República Checa, por Janek Sedlar

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Beskydy Mountains, na República Checa, por Jan Bainar

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Floresta Otzarreta, no País Basco, por Javier de La Torre

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Trilha Hemlock, em Taiwan, por Justin Jones

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Floresta da República Checa no inverno, por Jan Machata

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North Greenwich, em Londres, por Andy Linden

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Stanton Moor, no Reino Unido, por James Mills

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Vagalumes em uma floresta em Nagoya, no Japão, por Yume Cyan

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Crooked Forest, na Polónia, por Faberovsky

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Floresta na Bélgica por Kilian Schönberger

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Floresta no Japão por Hidenobu Suzuki

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Ghost Tree Forest, na Colúmbia Britânica, no Canadá, por Erica Smith

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Floresta na Noruega, por Brit Aase

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Bog Forest, na Estónia, por Kiksar

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Kamacnik, na Croácia, por Vanja Vukadinović

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Floresta na Itália, por Leonid Litvac

BEM-VINDO, OUTONO

Mäyjo, 25.09.15

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As primeiras imagens do Outono

 

GRANDE SECA PODERÁ TER PROVOCADO O COLAPSO DA CIVILIZAÇÃO MAIA

Mäyjo, 25.09.15

Grande seca poderá ter provocado o colapso da civilização Maia

Uma nova investigação da Universidade de Rice, nos Estados Unidos, indica que a antiga civilização Maia terá desaparecido devido uma seca severa. Segundo a investigação, a seca terá provocado a fome e as disputas de comida, o que acabou por ser fatal para esta civilização da América do Sul.

Durante a investigação, os cientistas recolheram amostras de sedimentos e minerais encontrados no Grande Buraco Azul, a famosa caverna subaquática Maia, que fica situada no que é actualmente o Belize. As amostras recolhidas indicam que ocorreu uma grande seca entre 800 d.C. e 900 d.C., período que coincide com o momento em que a civilização Maia começou a diminuir.

Perante a seca, os Maias terão migrado para territórios mais a norte, quando as chuvas regressaram, mas começaram novamente a colapsar depois de uma nova seca, entre 1000 d.C. e 1100 d.C.. A partir desta altura, os Maias terão entrado em declínio económico e cultural e perderam influência com a ascensão de outros povos, acabando por ser dominados pelos espanhóis.

De acordo com o estudo, o principal factor que desencadeou a seca terá sido uma alteração na zona de convergência intertropical – um sistema meteorológico que geralmente provoca fortes precipitações nas regiões tropicais e provoca seca nas regiões subtropicais. Durante os verões, a zona de convergência tropical dá origem a muitas chuvas na Península de Iucatão, mas durante o inverno o sistema desloca-se mais para sul, dando origem a secas. Muitos cientistas sugerem que durante o declínio Maia, este sistema de monções não terá abrangido a península.

Foto: TravelAmerica360 / Creative Commons